segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Escrevi este post faz uns 2 anos para o myspace e me pareceu que eu tinha postado ontem de tão atual, tirando claro, o lado eu-com-raiva-do-mundo. Resolvi dar mais espaço pra ele aqui.


Somos a última resistência do rock. Nosso estilo(ou a falta de um) reflete nossa contribuição a uma organização mais ampla, a um movimento cultural novo, você pode achar nossas letras simples, nossas harmonias limitadas, nossas caras feias e nossos estilos ultrapassados, mas possuímos um compromisso conosco e com o público que nos conhece, que é o de sermos pioneiros de uma nova realidade cultural que se iniciouno momento em que nos reunimos para tocar.

Com isso você pode nos achar um tanto quanto pretensiosos, ambiciosos ou arrogantes. Somos tudo isso, somos também sonhadores e com isso também somos bobos, pois todas as pessoas que acreditam em seus sonhos ou o simples fato de "estar aí" para alguma coisa mais séria, hoje em dia, é motivo de repúdio para uma maioria de afetados, indivíduos estes que são influenciados profundamente por uma máquina de coaptação invisível que na década de 60 viria ser batizada por Theodor Adorno como "Indústria Cultural"

Talvez seja por isso que nosso estilo não se encaixe em nenhuma vertente comercial da música, em nenhum "subproduto de rock" em nenhum rótulo ou esetereótipo musical mais específico. Mas por favor, não pense que somos hipócritas, não pense você que não queremos que nosso clipe não passe na mtv, que não queremos beber na canequinha do jô ou tocar no "CitiBank Hall", nós queremos isso tudo, mas não é simplesmente e unicamente para aparecer, é pra mostrar nossas idéias e pra dar nossa parcela de contribuição a sociedade e as pessoas, que são nossas músicas com mensagens positivas e dotadas de grande sinceridade, tanto poética como musical, nesse sentido, já pararam pra pensar o quanto pode ser contraditório alguma coisa ser comercial e sincero ao mesmo tempo? Chega a ter constituir um paradoxo linguìstico...

Outra coisa importante, se por acaso não gostar de alguma coisa, poste aqui sua crítica, ue até aquelas que não possuem caráter construtivo, são bem vindas, pois se você, ao ler isso aqui, tenha vontade de criticar, significa que por um momento parou e pensou na gente, por isso mesmo, "Obrigado" é nossa resposta oficial

Bruno Oliveira

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Site Novo

Olá pseudo-leitores, que bom que sentiram minha falta, ultimamente o plano das idéias tem ficado para trás diante de tanta correria desse último período da faculdade, engraçado que eu me imaginava muito diferente da situação que me encontro agora quando entrei na faculdade, acho que talvez eu devesse discorrer sobre isso em algum momento oportuno que não agora... Pois o motivo de estar escrevendo é que estou fazendo um site pra mim...



Nessas tantas vêzes em que fui enrolado prestando serviço de webdesigner/webmaster/programador web resolvi usar do meu conhecimento para me favorecer e como ultimamente abrir um negócio após o término da faculdade tem sido uma idéia cada vez mais recorrente eis que resolvi dar o primeiro passo...



Logo, logo, trarei mais notícias sobre o desenvolvimento do site, no próximo post que deve ser amanhã, eu postarei um screenshot do layout e espero comentários



Como devem ter percebido, estou usando o blog para relatar minhas experiências mais práticas, mas isso não quer dizer que o outro lado meu, mais idealista, teórico, poético, morreu... É só uma fase mais taciturna e tecnológica... Quando estiver enjoado do mundo das coisas reais eu volto a divagar sobre assuntos mais polêmicos



Por hora é só, vejo vocês no próximo post!! Até mais

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Posting from my very first App!

Hi pseud-readers! I'm posting from my very first app written in java! I'm in the beggining of a long journey, but in this journey I hope I'll be apple to write an app which can post at blogger and in the same time post the blog atualization on twitter and facebook!!



I'll see you guys soon! later

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Comparações Infundadas de um Economista sem Propósito

O que vou fazer no curto texto desse post é algo ridículo. Comparar duas realidades diferentes sem um propósito específico me parece como misturar alface com sorvete (Além de sem sentido, é ruim). Mas me ocorreu de comparar quanto o Brasil e os EUA no aspecto saúde.

Hoje no Twitter vi que os EUA ampliavam, depois de longa batalha no senado, a ajuda para os desempregados (via @vote4president). Pois bem, eis que para 9,6% da população desempregada, depois de muita discussão e divergência entre Democratas e Republicanos no Senado (Inclusive com pedido para postergar a decisão). É aprovado uma ampliação do orçamento para 2,4 bilhões de dólares para cobrir gastos com Seguro de Vida de desempregados até Primeiro de Dezembro. Fonte: NPR

A intenção principal do post era dar a notícia acima. Mas gostaria de destacar o quão diferente somos. No Brasil a saúde e a educação são direitos previstos pela constituição (algo que não consta na dos Estados Unidos US Constitution) e apesar de todos os problemas em ambos os setores no Brasil, foi devido a intervenção do Estado na economia, que hoje podemos prever que o Brasil estará entre as 5 maiores economias do mundo em pouco tempo (Como diria Bresser Pereira em: Developing Brazil - Overcoming the Failure of the Washington Consensus ) e que a crise chegou aqui como marolinha...

Será que a Grama do Outro lado é realmente mais verde?

Abraço Pseudo-Leitores

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Do It Yourself

This time I intend to write a short text about the indie spirit and a new game engine I just found. In the 60's the philosopher Alan Watts emerged with the idea that the educational system practiced was not practical at all, and most of time it only educate us with abstracts conceptions instead of practical ones like cooking, repairing cars and the like... The critic is very profound as we can easy come to the conclusion that we rely on specialized people to do most of tasks that could be simply solved with we we had it tryed before (Think about your house pipes for example). This kind of thinking evolved to a social movement in the late 60's and beggining of 70's known as "Do It yourself".

The first time I read about it was referring to the Sex Pistols and Ramones musical attitudes and everything made sense to me. But sometime back, maybe 2 or 3 years ago, I read that the blogs was like a re-edition of this movement and since then I didn't stop to think how internet is a "prolific" environment. Discovering Linux was great in that sense because every little thing is open and as anyone can understand and cooperate, it's possible to make an even better OS. Well, the last thing that was missing was "what" to do "myself" and that is the motivation of this post.

Since I was kid (It wasn't that long ago like you, pseud-reader, are thinking, it was just like yesterday... lol) I have this passion for games... More by games story. I loved every tale and every character and every plot that made me feel like I was part of some quest! It was like I could interact with a movie! And from watching movies, and playing games, and reading books, and playing games, and enjoying art, and playing games. I've decide to do it myself! I'll create a game!

So I studied enough to know the basis... It took me nice 4 years of programming and data structure studying to know a drop of enlightenment from an ocean of knowledge... and the next step was to choose a game engine! It should have some particularities. First one, I prefer OpenGL (because it's open and it's wider) over DirectX. It should have some nice Graphics but graphical perfection was not my goal since I want to tell a good story. It should be free since I have the Linux collaborative spirit and have no money (haha). It should run on linux for the motive previously cited and it should be of easy understanding... Considering Irrlicht Engine, Ogre3D, CrystalSpace and OpenSceneGraph as graphical engines I've chosen CrystalSpace... But the time I would use reading the documentation I could create my own engine! (I read this in some place I don't remember and it's true...) but it was the closest of what I wanted if wasn't by the numbness of the project (stuck in the 1.2 version since ever) I would have sticked with it... Then I decided to move to OGRE but ogre wasn't purely openGL and everything in Ogre seemed a lot "ready" I didn't want just copy and copy and copy! I want to contribute too and well, OGRE is not a Game Engine... I considered Irrlicht but the graphic capacity was really bad... And I experienced slowness with my applications... I found OpenSceneGrap which happen to be a very nice C++ OpenGL wrap but exactly by this motive I had to abandon the idea. I was about to decline when I found The Zen Engine!! It was like it came directly from heaven!!! Everything attends to my expectations! It's flexibility for using Lua as a script language, the way that the core and the system are split and hey! They even use Ogre to render! And want more? They are very concerned about the indie spirit! With a collaborative ideal and are in full developing! I will try my best to help the development of it and to divulgate as well!!!

I will end this post with the engine links I cited

Cheers My Pseud-Readers...

Zen Engine
CrystalSpace
OGRE
Irrlicht
OpenSceneGraph

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Em Resposta a Patrícia

"Não sou nem nunca fui favorável a alog que pudesse provocar de qualquer forma, a igualdade social e política entre as raças branca e negra; não sou ne nunca fui favorável à transformação de negros em eleitores ou jurados, ou à sua aceitação para cargos públicos. A isso acrescentarei que existe uma diferença física entre a raça negra e a branca que, segundo creio, para sempre impedirá que as duas raças vivam em condições de igualidade social e política. E, na medida em que isso não pode ocorrer, enquanto permanecerem juntas, deve haver uma posição de superior e inferior, e, tanto quanto qualquer outro homem branco, prefiro que a posição superior seja atribuída à raça branca"

- Abraham Lincoln

"seria intolerável que prejudicassem nosso poder, limitando nossa grandeza e impedindo a realização do nosso "Destino Manifesto, que é estendermo-nos sobre o continente que a Providência fixou para o livre desenvolvimento de nossos milhões de habitantes, que anos após anos se multiplicam"

- John O'Sullivan (Sobre a Expansão para o Oeste que matou milhares de índios nativo-americanos)

A príncipio parece ser um post sobre Racismo e Preconceito, mas como sou pretensioso, prefiro dizer que versarei sobre algo ainda mais primitivo, mais remoto e mais sutil do que o Racismo. A crença de que alguns são superiores à outros, por qualquer motivo (ou falta de) que seja.

Os filósofos Iluministas, ao explicarem a formação da sociedade, fizeram questão de ressaltar as diferenças de produtividade entre as pessoas, como sendo esse, um papel fundamental desenvolvido para a formação da sociedade. (ler "O Leviatã" de Hobbes e "Discurso sobre as origens e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens" de Jean-Jacques Rousseau) Tal análise, proporcionava, não ingenuamente, um sentido econômico maior e mais antigo à então incipiente "burguesia".

Depois de mais ou menos 100 anos dos referidos livros, Darwin propõe a teoria da seleção natural. Que não tinha a ver com a burguesia, antes que me acusem de paranóico anti-capitalista, mas tinha a ver (segundo a wikipédia) com a tese de Lyell que constatou que a terra tem milhões de anos e que se encontra em mudanças constantes e graduais. As aplicações das constatações naturalistas de Darwin no ramo sociológico, provocou a criação de um dos fênomenos literários/sociológicos mais bizarros que perdura até hoje.

Esse fênomeno está presente até hoje no "modus operandis" do EUA, ainda que por vezes, ele fique mais óbvio e outras menos, e consiste na junção dos dois parágrafos supra-postos aparentemente desconexos, mais os discursos supra-citados em um imenso liquidificador ideológico (aqui, refiro-me a "ideologia" no sentido de máscara da realidade) que produziu uma vitamina venenosa ao qual o historiador americano H.W. Brands, chamou de "vindicatismo". Esse vindicatismo reúne o pior da filosofia iluminista, qual seja, a crença da diferença entre os homens no processo produtivo e na formação da sociedade, e junta com uma má interpretação das teorias de darwin, onde acredita-se que as etnias humanas são na verdade "raças" e como tal possuem conjuntos de qualidades específicas e diferenças físicas (como expostas por lincoln no primeiro discurso), para fundamentar uma sobreposição não-justificada e não-justificável de certos grupos de poder (abordagem usada por Fernando Henrique Cardoso em sua famosa teoria da Dependência, ainda que em outro contexto) sobre outros menos favorecidos. Porém como já disse, essa explicação não passa de uma má interpretação proposital dos dois casos. E como tal, julgo dizer que é uma abordagem errônea que nós deixamos construir e por vezes pecamos em utilizá-la, as vezes até ingenuamente como acredito ser o caso da minha recém-amiga-virtual Patrícia. Que diria ter se empolgado com o "Darwinismo social" (Que aliás é oriunda de um professor americano de história) ao separar as pessoas em dois grupos, as Vacas e os Especiais...

O Post dela é muito interessante por ressaltar diferenças intelectuais e emocionais entre as pessoas, e está aqui:

Ao lê-lo, lembrei-me das curvas normais de estatística, e a constatação de um professor meu, onde, se pegarmos os alunos de uma faculdade (ou qualquer população escolhida "randomly "), e os dispormos em filas, o ponto de máximo da referida curva (ou a fila com mais gente, para os menos versados em estatística) coincidirá com a altura média das pessoas. Do mesmo modo, podemos sim separar as pessoas por QI e constataremos o mesmo... O ponto de máximo da curva, será o Quociente Médio de Inteligência



Como o que disse, mais a figura sugere, podemos classificar as pessoas sim segundo sua inteligência, como diria minha amiga patrícia em seu post:

"As Vacas são as pessoas simples de pensamento, profundidade de um pires, muitas vezes com o raciocínio de uma pedra ou um celenterado, que se contentam com o regular; comem qualquer capim, desde que seja mastigável, desde o mais puro verde, até aquele de tons dourados, demi-sec"

Sendo assim, se consideramors o eixo x da figura como sendo a inteligência, colocaríamos as "vacas" no extremo mais a esquerda, e o que ela descreveu como "especiais" no extremo mais a direita. Note que fazendo assim, deixamos quase a totalidade da curva, sem definição, comprometendo assim uma explicação fundamentalmente estatística.

Agora pensando de outro jeito... As pessoas possuem aptidões diferentes, eu por exemplo, gosto de matemática e tenho facilidade de aprender, gosto de filosofia, sociologia, economia e de muitas outras coisas que também julgo fácil aprender... Mas sou terrível pintando, terrível em atividades físicas e terrível em vários outros aspectos, inclusive em emocionais. Então não acho justo também, separar as pessoas só pela inteligência (QI) visto que poderíamos separá-las também pelas aptidões físicas na mesma curva normal...

Então, para não me prolongar muito, diria que as pessoas são diferentes, que as pessoas podem possuir aptidões diferentes e níveis maiores ou menores de destaque nessas aptidões, mas que "per se" são só pessoas... E que também, como não temos tempo de nos dedicarmos a todos os caminhos existentes do conhecimento, dependemos uns dos outros em um sistema de pseudo-cooperação. Então ainda que nos achemos superiores por um ou outro aspecto, ainda dependemos dos outros por um ou outro aspecto também. E que as vezes julgamos os mais simples de pensamento como felizes, mas na maioria das vezes, não nos demos o trabalho para conhecê-los e entendê-los e verificar que, como são pessoas, todos sofrem, inclusive, por amor...

Obrigado Pseudo-Leitores, até o próximo post

Corroborando com o que disse, uma matéria que saiu agora na folha, enquanto eu digitava:

"Raças" para justificar dominação
http://bit.ly/2yv8AE

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Specialization or Limitation?

That bother's me since ever... It's been a time since I've started to think in the words to use to describe such question that I raised when studying the capitalism formation... The source of my inspiration is no other than the man who is considered the Father of Modern Economy: Adam Smith.

In his second published book, "An Inquiry into the Nature and Causes of the Wealth of Nations", Smith proposes a society created from the division of labour, and specialization as the engine for this new organization method. As Blinded Rats, it doesn't take long for us to follow without even read the second chapter after the one he presents the concept, where it's said that such specialization would lead workers into a "state of mental mutilation"... And this, my dear pseud-readers, is where we are nowadays...

The continued wrong applications of Smith's theory, specially on administration research field, has contributed to one of my many personal frustration about life and what I believe, the frustration of so many people, who are curious enough to not focus only in one aspect of the true knowledge... We grew up listening to our parents saying we must follow the traditional way of life, where we choose one of so many interesting fields of investigation of knowledge, to financially support our lives, and that we call profession. Without a profession, a man has no honor and no value, but how does that limits ourselves?

How can I Study programming (a passion I have) if I can't be a programmer and an economist at the same time? And for those who would say: "OMG you're lying, you can do both activities"... Well that could be true, but the time I spend dedicating myself to Java is a Time I lose to dedicate myself to Political Economy for example! And for those who isn't yet convinced, how can I be at the same time, an economist, a programmer, and a Musician!? Yeah, I love to play guitar, but the Time I choose to study and to practice pentatonic scales is a time I lose to study microeconomics!

And what pains me even more, are the faces of the ones who are content to live their single lives with their singles jobs... We Could be more if we wish to study and to discover more! And not only that, we are so used to think and to "role play" like that, that we even got difficult to think of another ways of life! Yes! It's possible! The Greek Thinkers for example, were much less specialized than us and nonetheless still influencing modern thoughts! Pythagoras made contributions on math and music! DaVinci is another good example, architect, painter, engineer, philosopher and frequently a personage of secret-society-paranoid-novel!

What I'm trying to say, and I'm really making an effort to write in English, is that we became limited, for just accepting this pre-established organization, as the only one possible...

Let's be more of questions, than acceptations

Cheers, my dear pseud-readers

 
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